8/21/2014

A Alegria do Evangelho, um estudo

A Alegria do Evangelho Resumo por Duane G. Roy, OSB “Ação evangelizadora dos cristãos hoje” - Um convite aos cristãos entenderem que ser cristão é seguir Jesus Cristo, fazendo nossa vida uma doação para salvação do outro. Ação evangelizadora é qualquer ação que constrói paz, amor e melhor convívio entre as todas as pessoas. Nossa Ação (em união com o agir de Deus), Pode ser... ORAÇÃO –TRABALHO – ESTUDOS – PASTORAIS –TESTEMUNHO Em tudo isso inclui Liturgia / oração; Vida Pastoral; Estudos e Leitura Orante; Convívio em Comunidade; Vida profissional; e a Vocação da Vida familiar. Para realizar tudo isso: 3 AÇÕES: ENCONTRO – DIÁLOGO – ANÚNCIO ENCONTRO A Igreja fala muito em Nova Evangelização. Papa Francisco fala em nova evangelização para a transmissão da fé cristã. Para anunciar precisa primeira encontrar – encontro com uma Pessoa que dá à vida um novo horizonte, novo rumo decisivo. Tal Encontro é a fonte / manancial da ação evangelizadora. É encontro com o grande “Outro” Jesus, o primeiro e o maior evangelizador. Também se faz sempre no encontro com os diversos “outros” – todo o povo de Deus anuncia o Evangelho. Ninguém se salva sozinho. Papa Francisco destaca três “outros”: Pobre, Mulher e Migrantes. Pobre: “Desejo uma Igreja pobre para os pobres. Manifestar a beleza do Evangelho.” “A nova evangelização é um convite a reconhecer a força salvífica das suas vidas, e a colocá-los no centro do caminho da Igreja.” A sistema econômico é injusto na sua raiz, que gera uma economia da exclusão e da desigualdade social. Cultura do descartável; excluído, sobras. Mulher: “Duplamente pobres”, situações de exclusão, maus tratos e violência, com menos possibilidades de defender os seus direitos. “A Igreja reconhece a indispensável contribuição da mulher na sociedade; é preciso ampliar os espaços para uma presença feminina mais incisiva na Igreja. Migrantes: “Os sem abrigo, os tóxico-dependentes, os refugiados, os povo indígenas, os idosos sós e abandonados. A Igreja sem fronteira que se sente mãe de todos. As comunidades devem superar desconfiança doentia.” DIÁLOGO - um anúncio “respeitoso e amável” do Evangelho. Partilhar as alegrias, esperanças, preocupações e muitas coisas que enchem o coração. Primeiro diálogo é intra-eclesial – liturgia/homilia – bem preparada, baseada à escuta do povo: contemplar a Palavra e Contemplar o povo. Diálogo é extra-eclesial também. A catolicidade mostra a beleza do rosto pluriforme. Diversidade cultural é um dom e não ameaça a unidade da Igreja. Evangelização entendida como inculturação. O povo se evangeliza continuamente a si mesmo. A Igreja é chamada a ser sempre a casa aberta do Pai, portas abertas por todo o lado, para os “outros” do mundo. ANÚNCIO– Alem do encontro e do diálogo, os cristãos têm o deve de anunciar o Evangelho, partilhar a alegria, oferecer um banquete. “Por atração” – não propaganda! Tornar o Reino de Deus presente no mundo. Um anúncio que leva ao amor fraterno, ao serviço humilde e generoso, à justiça, à misericórdia para com o pobre, pois a experiência cristã tende a provocar conseqüências sociais. O Estilo / O Testemunho do Evangelizador/a Papa Francisco diz – Abandonar cômodo critério pastoral – “sempre se fez assim”. A nossa imperfeição não deve ser desculpa; pelo contrario, a missão é um estimulo constante para não nos acomodarmos na mediocridade e para continuar crescendo. Não diga que hoje é mais difícil. É diferente. O sonho do Papa é opção missionária capaz de transformar tudo – costumes, estilos, horários, linguagem, toda a estrutura eclesial se tornem canal para evangelização do mundo, mais que auto-preservação. “Acreditar na força revolucionária de ternura e do afeto, como fez Maria. Confiança na presença de Deus junto ao seu povo. E com marca da colegialidade. “Prefiro uma Igreja acidentada, ferida e enlameada por ter saído pelas estradas, a uma Igreja enferma pelo fechamento e a comodidade de se agarrar às próprias seguranças.” – Papa Francisco.

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